Na noite da última terça-feira (16), Geisy Arruda, 21 anos, lançou sua biografia Vestida para Causar (Matrix Editora), em São Paulo, e recebeu o carinho de Nany People, que fez questão de ir prestigiar a ex-colega de confinamento. “Sou polêmica, por isso ganhei destaque na mídia. Não me considero uma celebridade, apenas uma pessoa polêmica do bem”, declarou Geisy em relação à fama que conseguiu conquistar em um ano.
Um pouco antes do evento, Nany e Geisy se reconciliaram durante a gravação do programa O Melhor do Brasil, da Record. As duas se desentenderam após a humorista indicar a empresária para Roça, em "A Fazenda 3". “Fizemos as pazes hoje durante a gravação. A Nany já era minha mãe e voltou a ser. Ela brilha muito.” “Não briguei com ela. A Geisy se sentiu traída, mas meu voto foi estratégico”, afirmou a ex-peoa.
Conhecida por suas frases de impacto, Nany People afirmou que Geisy só foi hostilizada, pois não era gostosa. “Ela se viu no direito de se sentir gostosa e colocou um vestido curto. Se fosse a Gisele Büindchen colocariam um tapete vermelho para ela passar. Se fosse comigo, uma transexual, imagina o que teria acontecido”, brincou a humorista.
Além de contar sobre sua expulsão da Uniban, por usar um minivestido rosa, a empresária relata casos picantes da sua vida pessoal. A obra foi escrita pelo jornalista Fabiano Rampazzo. “O livro é um diário pessoal, escrito com as minhas próprias palavras e explica como minha personalidade se formou. Não quero mudar a opinião de ninguém em relação a mim, só quero mostrar quem eu sou. Quero que minha história vire um filme e pretendo ser a protagonista”, declarou Geisy.
A empresária vai continuar com o curso de teatro e deseja cursar jornalismo. “Depois que eu conheci as redações, me apaixonei por essa carreira. Quando estou com o microfone na mão, em frente às câmeras, me sinto à vontade, é como se eu estivesse ido na padaria comprar pão.”
Geisy afirmou que o teatro para ela é um sonho. “Adoraria atuar ao lado da Fernanda Montenegro, seria o presente da minha vida. Admiro a como atriz e como ser humano.”
A ex-peoa afirmou que está torcendo por Carlos Carrasco em A Fazenda 3. “Gostei do Carrasco de graça. Ele assumiu que tinha preconceito contra mim, mas mudou seu conceito quando me conheceu. Minha maior decepção foi com o Viola. Ele é fofoqueiro, preconceituoso e machista. Foi um absurdo o que ele fez com a Janaina, cogitou até bater nela. A Jana é meio doidinha, mas é do bem”, declarou a ex-peoa.
E o Sérgio Mallandro? “Somos só amigos. Rolou um clima na fazenda, mas era porque não tínhamos o que fazer. Ele é engraçado, divertido, um Mallandro. Ficaria com o Sergio Abreu, ele é completo, tem tudo o que uma mulher deseja”, contou Geisy.
Nany também comentou sobre “A Fazenda 3” e afirmou que sua favorita ao prêmio de R$ 2 milhões é Ana Carolina Dias. “A Melancia é uma criança dedo-duro. A Janaina sempre jogou e eu disse isso lá dentro. O objetivo dela é minar todos os minotauros e começou pelo Mallandro”, declarou a humorista.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Brasileiros exigem transparência no sistema tributário
A má aplicação dos impostos no Brasil causa polêmica e provoca indignação na maioria dos contribuintes, que são obrigados a pagar pelos serviços públicos, porém, em muitos casos, não vêem seu dinheiro reinvestido em benefícios. Ou seja, precisam pagar por um serviço privado. Dessa maneira, os brasileiros gastam duas vezes.Pesquisa do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) mostra que o brasileiro trabalha 148 dias no ano para pagar impostos, sendo o dobro do registrado nos anos 70. O resultado deixa o país atrás somente da Suécia e da França, onde são necessários 185 e 149 dias trabalhados, respectivamente. Neste ano, a previsão é que o brasileiro destine 40,54% da sua renda para os impostos.
De acordo com o economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solineu, o sistema tributário brasileiro não é transparente. “O cidadão comum não tem como saber o que ele paga sobre cada produto que consome ou serviço que utiliza, pois na nota fiscal não vem separado o que é imposto e o que é produto”, afirma Solineu. Mesmo nos casos em que aparece o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), como nas faturas de telefone e luz, a alíquota de 25% apresentada não é real. A taxa correta é de 33,33%, explica o economista.
Além do ICMS, o cidadão contribui com outras tributações sobre o consumo - já inclusas no preço dos produtos e serviços: PIS, COFINS, IPI e ISS, entre outros. Ele também paga tributos sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR). No Brasil, a população contribui ainda com outras tributações como taxas - limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e iluminação pública.
Para o contador Raphael Paim, o Brasil tem uma alta carga tributária, além de possuir milhares de mecanismos para arrecadação e legislação protecionista ao fisco, fato que só beneficia o governo. “Os valores arrecadados não são justificados pelo investimento público realizado e, portanto, considero injusta a carga tributária, tanto em cima das pessoas físicas quanto jurídicas”, declara.
No Brasil há diversos contrastes sociais, a maioria relacionada à área de políticas públicas, porém a discrepância também está presente no sistema tributário. A população de baixa renda é a que mais paga impostos no país. Isso acontece porque a taxa percentual cobrada no setor de consumo (produtos e serviços) é mais alta, ou seja, os cidadãos gastam a maior parte de seus salários no pagamento de tributos. “Além de não ser um sistema transparente, é injusto e irracional”, declara Solineu.
Atualmente há um projeto de lei, com 1,5 milhão de assinaturas, já aprovado pelo Senado, mas o qual ainda tramita na Câmara dos Deputados, que pede a transparência do sistema tributário brasileiro. O objetivo do documento é que na nota fiscal do supermercado, por exemplo, conste o valor da venda e também o quanto de impostos foi pago. Segundo Solineu, essa seria uma maneira de o brasileiro saber detalhadamente o que paga, além de poder requerer seus direitos e avaliar como o governo utiliza o dinheiro recolhido.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Desilusões, conflitos, 20 e poucos anos
Essas últimas semanas estão bem difíceis, em poucos dias muitas coisas aconteceram. Troquei de emprego, saí de um estágio ao qual estava bem, para uma oportunidade efetiva, pois achei que iria focar mais na carreira, enfim, não foi o que eu esperava. Semana de provas e trabalhos nas duas faculdades, loucura total!
Fiquei impressionada em observar, durante três semanas, um ambiente corporativo em que não há trabalho em equipe, respeito ao colega é 0, sem falar na falta de educação... O ambiente corporativo é realmente uma caixinha de surpresas. Todos os dias que estive lá perguntei-me: Por que eu fiz essa escolha?
Estava tudo indo, nessa experiência não tão boa, até que em um belo dia resolveram me destratar. Detalhe: Eu estava ajudando, aliás, tinha levantado às 5 horas da matina...atitudes loucas não tem como explicar! Nesse dia tive certeza de que não dava mais para ficar. Não estudo feito maluca para servir refrigerante, e muito menos, para ser destratada por uma pessoa que se diz profissional, mas é sem educação, não tem profissionalismo e não conhece o significado da palavra respeito.
Como prezo muito o profissionalismo, optei pela não discussão e pela minha saída da empresa. Essa foi a melhor opção. Talvez eu invista em novos caminhos, talvez siga na área acadêmica, dar aulas, viver de pesquisas, enfim...tenho muitos sonhos e paixões.
Vamos dançar conforme a música, viver intensamente e deixar tudo acontecer...
"...Na vida tudo tem seu preço, seu valor
E o que eu quero dessa vida é
Ser feliz
Eu não abro mão
Nem por você, nem por ninguém,
Eu me desfaço dos meus planos
Quero saber bem mais
Que os meus vinte e poucos anos".
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Viaje sem gastar com hospedagem
Site na Internet oferce hospedagem gratuita para turistas
Nicolas, Steven e Patricia no Mercado Municipal São Paulo
Para quem quer viajar, conhecer uma nova cultura, treinar algum idioma e não gastar com hospedagem, o CouchSurfing é uma boa pedida. O site, criado por um americano, surgiu com o objetivo de oferecer hospitalidade aos turistas que não têm grana, além, é claro, de possibilitar a diversidade cultural entre pessoas de várias nacionalidades. Como o próprio nome sugere (“surfando no sofá”), a intenção é que o anfitrião ofereça um sofá, uma cama ou colchonete ao turista.
O site possui mais de mil usuários cadastrados de 232 países e territórios. A idade média varia de 19 a 27 anos - menores de idade não podem se inscrever no CouchSurfing. No Brasil são 27 mil pessoas cadastradas e os internautas de São Paulo lideram o ranking de surfistas que gostam de abrigar desconhecidos.
O CEO da Seven Idiomas, Steven Beggs, 49 anos, usuário do portal há 1 ano e 8 meses, já hospedou mais de 100 turistas em sua casa. Entre eles, franceses, finlandeses, holandeses, turcos e israelenses, dentre outros. “O ponto mais importante do programa não é economizar dinheiro, mas sim a riquíssima troca de experiências que proporciona. Conhecer outra cultura, fazer novas amizades, não tem preço”, declara Beggs.
O executivo e sua esposa, Patrícia Romano, 39 anos, já viajaram para dois destinos, Frankfurt, na Alemanha, e Praga, na República Tcheca, e se hospedaram na casa de amigos que conheceram na comunidade CouchSurfing.
Para o “surfista”, a experiência mais importante que o portal já lhe proporcionou foi a amizade com o francês Nicolas Lechopier. Eles ficaram tão amigos que resolveram viajar pelo Brasil no início de 2010. “Eu e o Nicolas temos altas discussões interessantes sobre capitalismo e socialismo”, diz Beggs.
De acordo com o casal, o site é seguro, é possível ler as referências das pessoas que hospedaram ou ficaram hospedadas nas casas, verificar se o perfil delas bate com o seu e ver as “gafes” cometidas nas residências. Por isso, tome cuidado! Enfim, dá para colher bastante informação antes de viajar ou emprestar seu “sofá” para um estranho.
Não existe nenhum pagamento pela hospedagem, mas é sempre bom agradar o anfitrião, oferecer um jantar típico, ajudar nos serviços domésticos, enfim ser prestativo.
Quem curtiu e quiser saber mais acesse o site www.CouchSurfing.com. A inscrição e montagem do perfil são totalmente gratuitas. A única taxa que eles cobram é de US$15, para verificação do endereço.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Nova coleção Colorama
Estão incríveis estes novos esmaltes da Colorama. Sempre fui louca por esmaltes, principalmente vermelhos, rosas, enfim algo chamativo. Vi o rosa chiclete na mão de uma mulher semana passada e fiquei louca atrás do bendito. Fui em seis perfumarias e nada dele, em falta... Depois da saga o encontrei em uma pequena perfumaria no bairro da Lapa. Pensei em comprar dois para garantir, mas aí desisti da ideia, pois estou em uma fase que preciso economizar.
Ainda não usei, mas esta semana sem falta passarei. Adorei o garota verão, fica ótimo! O glamour pink também é bem legal. Agora quero experimentar o vermelho ivete; o ametista, o noite de gala e o chic.
Ainda não usei, mas esta semana sem falta passarei. Adorei o garota verão, fica ótimo! O glamour pink também é bem legal. Agora quero experimentar o vermelho ivete; o ametista, o noite de gala e o chic.
Conflitos da vida real
Enfim, o ano de 2010, já começou para mim. Tomei decisões importantes, estou planejando, construíndo, mais louca do que nunca!
Estou realmente agoniada esta semana. Ao mesmo tempo em que dou grandes passos, bate um desespero pelas decisões, atitudes e resultados, todos têm que dá certo.
Na minha cabeça passam milhares de pensamentos: último ano de facu (jornalismo), preciso me estabilizar na área, ao mesmo tempo quero ser feliz. Tenho que ganhar $$$, pelo menos o suficiente para pagar a facu, pagar os cursos, guardar dinheiro para às dívidas e sobreviver, claro.
Além de todos estes conflitos internos do meu mundo, tenho o namoro em uma nova fase para o casal. Sim, novos desafios também. Agora os planos são maiores, mais audaciosos. Precisamos estar unidos, compreensivos e flexíveis com a rotina um do outro. Estou ansiosa pelo futuro, queria ter uma bola de cristal e saber como tudo irá ocorrer (fantástico mundo!). Mas aí, acho que não teria graça né?! Os pensamentos giram em torno da carreira, da futura casa, decoração, formas de ganhar dinheiro, nova graduação, casamento, são tantas coisas...Vamos viver para saber...
Estou realmente agoniada esta semana. Ao mesmo tempo em que dou grandes passos, bate um desespero pelas decisões, atitudes e resultados, todos têm que dá certo.
Na minha cabeça passam milhares de pensamentos: último ano de facu (jornalismo), preciso me estabilizar na área, ao mesmo tempo quero ser feliz. Tenho que ganhar $$$, pelo menos o suficiente para pagar a facu, pagar os cursos, guardar dinheiro para às dívidas e sobreviver, claro.
Além de todos estes conflitos internos do meu mundo, tenho o namoro em uma nova fase para o casal. Sim, novos desafios também. Agora os planos são maiores, mais audaciosos. Precisamos estar unidos, compreensivos e flexíveis com a rotina um do outro. Estou ansiosa pelo futuro, queria ter uma bola de cristal e saber como tudo irá ocorrer (fantástico mundo!). Mas aí, acho que não teria graça né?! Os pensamentos giram em torno da carreira, da futura casa, decoração, formas de ganhar dinheiro, nova graduação, casamento, são tantas coisas...Vamos viver para saber...
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Lixo reciclável é alternativa para desempregados
Na zona oeste de São Paulo, são colhidas 100 toneladas de lixo reutilizável por mês
Em três anos, a quantidade de lixo reciclável na região de Pirituba, Zona Oeste de São Paulo, aumentou em mais de 500%. Essa prática vem ganhando espaço entre os brasileiros, que cada vez mais tomam consciência da importância da reciclagem.
“A participação da população na coletiva seletiva vem numa crescente, entretanto ela esbarra na limitação logística das cooperativas e também na capacidade produtiva. É necessário equipar, modernizar as centrais existentes, criar novas cooperativas, ter mais caminhões de coleta. Se todo mundo resolver participar, não teremos como recolher o material”, afirma Jair Amaral, 35 anos, administrador da Cooperativa Crescer. De acordo com Amaral, no bairro de Pirituba somente 10% dos moradores participam da coleta. “Isso pode crescer para 90%, a educação ambiental tem que ser proporcional a nossa capacidade de coleta e produtividade”, afirma.
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